A
sustentabilidade do desenvolvimento é,
hoje, e o será cada vez mais, o escopo mais
crítico a ser observado quando do estabelecimento
de estratégias de negócios, sejam no âmbito
público ou privado. Quanto mais sérias
forem as ações do homem em proteção à sua
continuidade, tanto mais benéficos – ou
rentáveis – os resultados serão.
No
complexo universo da natureza, a água vem sendo
motivo de estudos e trabalhos voltados não só à sua
utilização
racional e equilibrada, mas fundamentalmente à sua
preservação
enquanto bem mais precioso da vida.
Neste
sentido, indústrias
químicas e petroquímicas – retratadas
nesta edição – vêm dando
mostras de como é possível,
por meio de projetos sustentáveis, garantir
a continuidade das gerações
futuras. São exemplos de ações
empreendidas no presente e para ele desenhadas, mas
que asseguram o surgimento de novas demandas, no médio
ou longo prazos. Resumindo, as indústrias e
empresas de uma forma geral entenderam que, para saborear
o pão, é preciso cevar o trigo.
Como
bem colocou João Bosco Senra, secretário
de Recursos Hídricos do Ministério do Meio
Ambiente, em entrevista nesta edição, onde
aborda o drama da desertificação no Brasil,
melhor prevenir que remediar. Ao se referir à degradação
do solo decorrente de mudanças climáticas
e agravada pela ação humana, o secretário
chama a atenção para outra questão
prioritária: a união entre sociedade e
governo em prol de soluções reais e de
longo prazo. Sem esta junção de forças,
sentencia, “o prejuízo será de todos”. |