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| Crescimento
demanda novos produtos |
A
Unikap, marca registrada dos tubos de PPR (polipropileno
copolímero Random Tipo 3), fabricados pela Petech,
acaba de ganhar diferentes itens em seu portfólio
de produtos. A expansão da linha, que contempla
novos tubos corrugados para dreno e dutos fabricados
em polietileno de alta densidade com diâmetros
que variam de 40mm a 160mm e atendem à área
de energia elétrica, retrata o crescimento das
vendas da Petech em 2006, que demandou até a
compra de novas extrusoras.
A
Petech oferece assistência no desenvolvimento
de projetos junto aos clientes, treinamento em obras
e suporte técnico pós-venda. Com representantes
e revendas em todo o país, emprega hoje 35 funcionários
e tem capacidade de produzir 15 toneladas de tubos por
dia. A empresa também oferece os acessórios
para instalação, como ferramentas, aparelhos
termofusores e tesouras. |
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| Cloro
pode ser substituído por gerador de ozônio |
O
BRO3 é fruto de dez anos de pesquisa da
Brasil Ozônio, empresa que faz parte do Centro
Incubador de Empresas Tecnológicas (Cietec).
Trata-se de um equipamento capaz de garantir a produção
de ozônio a partir do oxigênio obtido do
ar ambiente.
Ideal
para o tratamento da água em piscinas, poços
artesianos, caixas d'água e efluentes industriais,
o BRO3-3 substitui comercialmente desinfetantes e bactericidas,
como o cloro, uma substância tóxica. O ozônio é 20
vezes mais forte que o cloro em sua ação,
além de agir cerca de 3 mil vezes mais rápido
e não poluir o meio ambiente. É hoje o
método de purificação de água
mais utilizado nos países desenvolvidos, por ser
inodoro e atóxico, diferentemente do cloro. Diante
de tantas vantagens, Samy Menasce, diretor da Brazil
Ozônio, acredita que o cloro utilizado em piscinas
será substituído pelo ozônio em
poucos anos. O BRO3-3 também pode ser usado para
eliminar ácaros em ar-condicionado, acabar com
o cheiro de cigarro em quartos de hotel ou retardar o
amadurecimento de frutas e verduras. |
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| Boa
alternativa para ETAs |
O
1º Encontro Inovações Tecnológicas
em Saneamento, que ocorreu entre 17 e 19 de abril,
em Porto Alegre (RS), mostrou que lodo residual pode
ser usado para a fabricação de tijolos.
A idéia do estudante de engenharia civil da
Universidade Luterna do Brasil (Ulbra) e funcionário
da Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) Rafael
da Cunha surgiu graças a sua preocupação
em encontrar um destino útil para os resíduos
que ficam na estação de tratamento (ETA)
do município.
Para
desidratar o lodo a ser utilizado na fabricação
do tijolo ecológico, o autor transportou o material
até a Corsan de Nova Santa Rita, distante a 25km
da ETA de Esteio, que não possui tanque de desidratação.
A mistura, de 20% de lodo para 80% de argila, foi executada
de maneira artesanal e quando o material atingiu a textura
necessária para a realização do
processo, o pai da idéia procurou uma olaria,
no extremo-sul de Porto Alegre, para efetuar o cozimento
da cerâmica. Os tijolos, encaminhados para testes
de compressão e absorção no laboratório
da Ulbra, foram aprovados com relação às
normas internacionais e, por isso, podem representar
uma boa alternativa para os resíduos das ETAs
dos grandes centros urbanos. |
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| Lâmpada
que purifica |
Voltado
para a purificação de água,
o sistema por luz ultravioleta da Royal Philips Electronics é fácil
de instalar e apresenta-se como uma boa opção
para o abastecimento de água potável.
A
purificação se dá por meio da
irradiação
da água por uma lâmpada ultravioleta quase que instantaneamente
e garante a eliminação de microorganismos nocivos, sem a necessidade
de adição de substâncias químicas. As lâmpadas
UV são colocadas nos filtros por fabricantes especializados em sistemas
de tratamento de água. Uma unidade de filtragem completa é, normalmente,
constituída por várias fases, entre elas, uma lâmpada UV
e um filtro mecânico convencional. O sistema é composto de várias
lâmpadas especiais, tubo de quartzo e câmaras.
As
lâmpadas UV específicas para o uso em
sistemas de filtragem não exigem cuidados especiais
além da substituição anual que visa
garantir que a emissão de raios UV seja mantida
no nível projetado. Além de fornecer as
lâmpadas, a Philips também dispõe
de assistência técnica para os fabricantes
de equipamentos. |
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| Chemtech
desenvolve projeto para o Campo de Ubarana |
A
Chemtech, empresa que desenvolve projetos e presta
consultoria em engenharia e TI, finalizou, em março,
a elaboração de um projeto básico
de ampliação da injeção
de água no Campo de Ubarana, no Rio Grande do
Norte. Desenvolvido com o intuito de aumentar o fator
de recuperação de óleo dos reservatórios
do bloco principal e assim triplicar a produção
de óleo no campo, o projeto incluiu a instalação
de uma estação de tratamento de água
no pólo terrestre, o bombeio da água
tratada até as plataformas e todas as facilidades
necessárias para a injeção. Foi
necessária a instalação de outras
facilidades para adequar as plataformas ao aumento
de produção.
Até então,
a água produzida nos poços era tratada
e descartada no mar. Com esse trabalho, parte dessa água será tratada
e reinjetada nas plataformas, o que vai representar uma redução
significativa do impacto ambiental. Durante o projeto, que contou com a colaboração
de 40 mil homens por hora, durante oito meses, foram gerados 580 documentos técnicos,
além do desenvolvimento do modelo 3D da estação de injeção
de água e da elaboração das planilhas para estimativa de
custo da Petrobrás, conforme modelo da engenharia da companhia.
De
acordo com a empresa, a vazão de injeção
de água é de 17.000m3/d e a viabilidade
dessa solução possibilitará a
recuperação de 31 milhões de bbl
de óleo equivalentes até o ano de 2025,
quando termina o contrato da concessão de Ubarana.
O trabalho foi realizado sob coordenação
do Centro de Pesquisas da Petrobrás (Cenpes)
e contou com técnicos da companhia e do consórcio
formado pela Chemtech e pelas empresas Exactum e Kromav. |
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| Sumário |
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