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| Leasing
para saneamento |
Com
o objetivo de facilitar o acesso a novas tecnologias
de saneamento básico, o Bradesco e a Biosistemas – empresa
especializada em tecnologia para tratamento de águas
e efluentes líquidos –, estabeleceram
uma parceria que resulta na oferta de uma linha especial
de leasing. Por meio dela, pessoas físicas
e jurídicas poderão implantar estações
de tratamento de água (ETA) e esgoto (ETE)
em empresas, condomínios ou quaisquer outros
locais que apresentem esta necessidade. A implantação
de ETAs e ETEs particulares é uma alternativa
viável e sustentável para a resolução
de diversos problemas, como falta e baixa potabilidade
de água, altos custos com serviços
de fornecimento do insumo e taxas de esgoto, entre
outros. Para as indústrias, além da
questão ambiental, o serviço pode representar
economia em razão da elevação
das tarifas de água e esgoto cobradas pelos
estados.
A
iniciativa amplia o leque de produtos de crédito do Bradesco focados em sustentabilidade
e meio ambiente, contribui para a preservação
dos recursos naturais e ainda proporciona, ao cliente,
uma efetiva economia no valor de sua conta de água
e esgoto. Para se beneficiar do sistema do leasing
para saneamento, a empresa ou o condomínio
interessado assina um contrato com o Bradesco, que
financia a implantação da ETA ou ETE
pela Biosistemas. O contratante usufrui a estrutura
mediante o pagamento do contrato, durante um prazo
de até 60 meses, podendo ter carência
de até 12 meses e juros reduzidos. Ao término
do período do acordo, a empresa ou condomínio
torna-se proprietário da ETE ou ETA. |
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| Coca-Cola
vai repor água usada na fabricação
de bebidas |
A
Coca-Cola Company acaba de assumir o compromisso
de liderar suas operações globais,
inclusive as de seus fabricantes autorizados, na
reposição da água que usa para
a fabricação de bebidas. A empresa
concentrará suas ações em três áreas
principais: reduzir a água usada na produção
de bebidas, reciclar essa água e reabastecer
as comunidades e a natureza.
A
empresa também
estabeleceu uma parceria plurianual com a WWF - uma
das principais organizações não
governamentais (ONG) de conservação
da natureza no mundo -, para conservação
e proteção dos recursos de água
doce. O compromisso de US$ 20 milhões, batizado
de programa Água das Florestas Tropicais Brasileiras,
envolve a conservação de sete das mais
importantes bacias de água doce do mundo,
o apoio ao gerenciamento mais eficiente da água
em suas operações e em sua cadeia de
abastecimento global, com o intuito de reduzir as
emissões de carbono da operação.
O programa, desenhado sob as regras do Protocolo
de Kyoto para ser elegível ao mercado de carbono
e, assim, contemplar a recuperação
de áreas de florestas devastadas, prevê,
o plantio de mais de 3,3 milhões de mudas
de árvores que garantirão o reflorestamento
de três mil hectares de mata ciliar.
Sobre
a questão do gerenciamento do uso da água,
a Coca-Cola Brasil registra, hoje, o uso de 2,21
litros de água para cada litro de bebida produzida.
E busca repor a água que usa, por meio de
três vertentes principais: reduzir, reciclar
e reabastecer. Aliás, a redução
já vem sendo aplicada nos últimos cinco
anos.
Neste
período, enquanto o volume de
vendas da empresa aumentou em 14,6% houve redução
em 5,6%, do uso total de água. Sob a ótica
da reciclagem, a nos últimos cinco anos enquanto
o volume de vendas da empresa aumentou em 14,6% a
Companhia pretende alinhar, até 2010, todo
o seu sistema global para que devolva ao meio ambiente
toda a água que usa em seus processos de fabricação,
num nível que suporte a vida marinha e a agricultura.
E, para reabastecer, a Coca-Cola aumentará seu
apoio a bacias hidrográficas saudáveis
e comunidades sustentáveis para compensar
a água usada em seus produtos finais. |
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| Expansão
da Carbocloro contempla o ambiente |
A
Carbocloro acaba de anunciar que sua capacidade anual
de produção de cloro para tratamento
de água passará das atuais 253 mil
toneladas para 360 mil toneladas, até maio
de 2008. Serão investidos mais de R$ 250 milhões,
sendo 30% provenientes de recursos próprios
e 70% financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento
Econômico e Social. A empresa prevê,
com a ampliação, agregar aos seus sistemas
tecnologias de ponta, capazes de gerar maior eficiência
energética e menor impacto ambiental.
Desde
a sua instalação, em 1964, até a
conclusão desta expansão, a produção
de cloro terá crescido 22 vezes. Contudo,
para garantir o desenvolvimento com impacto ambiental
reduzido, a empresa investiu em modernização
103 vezes no mesmo período, o que inclui melhoria
e aperfeiçoamento de processos, tecnologias,
segurança e desenvolvimento de projetos de
responsabilidade social.
A área
industrial da Carbocloro ocupa hoje 101.062 m² enquanto
a área
verde totaliza 650.000 m². O aumento da produção
da Carbocloro terá impacto positivo para a
economia brasileira ao permitir a redução
de importações.
Neste
sentido a empresa dispõe de um outro projeto que visa a implantação
de uma hidrovia no rio Cubatão, com o intuito
de ligar a fábrica ao Porto de Santos, por
onde será transportado, por meio de barcaças,
o sal utilizado no processo de fabricação
dos insumos. A Carbocloro recebe, atualmente, 440
mil toneladas de sal grosso por ano e, no final da
expansão, consumirá em torno de 610
mil toneladas. Com a implementação
da hidrovia, as barcaças atravessarão
o estuário e o rio por um percurso de 11 quilômetros.
A hidrovia é a estrada mais ecológica
para o desenvolvimento sustentável da região,
pois reduzirá em 50 mil o número de
viagens anuais de caminhões pelas estradas
da região. A substituição do
transporte contribuirá para a redução
da poluição na Baixada Santista e para
a melhoria do trânsito local. |
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| Fabricador
de água de potável |
AirDew é o
novo fabricador de água da Difiltro. Semelhante
a um bebedouro, que tira a água do ar e a
transforma em potável, o equipamento, próprio
para escritórios e residências, faz
parte da linha de produtos da nova fábrica
de elementos filtrantes que a empresa está construindo
em Guarapari, próximo a Vitória, no
Espírito Santo.
Com
tecnologia chinesa, aprovada pelos órgãos competentes no Brasil,
EUA e Canadá, a Difiltro detém a patente
do AirDew para fabricação e comercialização
no Brasil. A expectativa da empresa é vender,
inicialmente, cerca de 300 unidades mês do
bebedouro que oferece água fresca, quente
ou fria, sem química ou odor.
Com
capacidade para armazenar 20 litros de água,
o sistema de fabricação de água
potável
a partir da atmosfera do AirDew combina tecnologias
avançadas de várias áreas para
absorver umidade do ar e depois purificá-la
por meio de blocos de carbono e lâmpadas ultravioleta.
O AirDew consiste num filtro de dupla camada que
remove contaminantes do ar no primeiro estágio,
através de bobinas frias que capturam a umidade
onde existem mais de três quatrilhões
de litros de água disponíveis. Em seguida,
a temperatura é elevada para liberar a umidade
capturada nas bobinas. As baterias de alta performance
eliminam bactérias e vírus. Ecologicamente
correto, o AirDew, que deve começar a ser
comercializado em 2008, será uma das linhas
de produção da nova fábrica
da Difiltro. Com investimentos próprios, da
ordem de R$ 2 milhões, a empresa, há 13
anos de mercado, está construindo a primeira
fábrica de elementos filtrantes industriais
do Espírito Santo.
A
Difiltro tem registrado uma média de crescimento de 15% ao ano com
a fabricação de 18 mil itens. Atende
todo o mercado nacional, com representantes em todos
os estados brasileiros. Entre seus clientes estão
gigantes como: Petrobras, Ambev, Belgo Mineira, CVRD,
CST, Black & Decker, Grupo Gerdau e Souza Cruz. |
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| Sumário |
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