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Brasil, 5 de Fevereiro de 2012
 
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Leasing para saneamento

Com o objetivo de facilitar o acesso a novas tecnologias de saneamento básico, o Bradesco e a Biosistemas – empresa especializada em tecnologia para tratamento de águas e efluentes líquidos –, estabeleceram uma parceria que resulta na oferta de uma linha especial de leasing. Por meio dela, pessoas físicas e jurídicas poderão implantar estações de tratamento de água (ETA) e esgoto (ETE) em empresas, condomínios ou quaisquer outros locais que apresentem esta necessidade. A implantação de ETAs e ETEs particulares é uma alternativa viável e sustentável para a resolução de diversos problemas, como falta e baixa potabilidade de água, altos custos com serviços de fornecimento do insumo e taxas de esgoto, entre outros. Para as indústrias, além da questão ambiental, o serviço pode representar economia em razão da elevação das tarifas de água e esgoto cobradas pelos estados.

A iniciativa amplia o leque de produtos de crédito do Bradesco focados em sustentabilidade e meio ambiente, contribui para a preservação dos recursos naturais e ainda proporciona, ao cliente, uma efetiva economia no valor de sua conta de água e esgoto. Para se beneficiar do sistema do leasing para saneamento, a empresa ou o condomínio interessado assina um contrato com o Bradesco, que financia a implantação da ETA ou ETE pela Biosistemas. O contratante usufrui a estrutura mediante o pagamento do contrato, durante um prazo de até 60 meses, podendo ter carência de até 12 meses e juros reduzidos. Ao término do período do acordo, a empresa ou condomínio torna-se proprietário da ETE ou ETA.

 
Coca-Cola vai repor água usada na fabricação de bebidas

A Coca-Cola Company acaba de assumir o compromisso de liderar suas operações globais, inclusive as de seus fabricantes autorizados, na reposição da água que usa para a fabricação de bebidas. A empresa concentrará suas ações em três áreas principais: reduzir a água usada na produção de bebidas, reciclar essa água e reabastecer as comunidades e a natureza.

A empresa também estabeleceu uma parceria plurianual com a WWF - uma das principais organizações não governamentais (ONG) de conservação da natureza no mundo -, para conservação e proteção dos recursos de água doce. O compromisso de US$ 20 milhões, batizado de programa Água das Florestas Tropicais Brasileiras, envolve a conservação de sete das mais importantes bacias de água doce do mundo, o apoio ao gerenciamento mais eficiente da água em suas operações e em sua cadeia de abastecimento global, com o intuito de reduzir as emissões de carbono da operação. O programa, desenhado sob as regras do Protocolo de Kyoto para ser elegível ao mercado de carbono e, assim, contemplar a recuperação de áreas de florestas devastadas, prevê, o plantio de mais de 3,3 milhões de mudas de árvores que garantirão o reflorestamento de três mil hectares de mata ciliar.

Sobre a questão do gerenciamento do uso da água, a Coca-Cola Brasil registra, hoje, o uso de 2,21 litros de água para cada litro de bebida produzida. E busca repor a água que usa, por meio de três vertentes principais: reduzir, reciclar e reabastecer. Aliás, a redução já vem sendo aplicada nos últimos cinco anos.

Neste período, enquanto o volume de vendas da empresa aumentou em 14,6% houve redução em 5,6%, do uso total de água. Sob a ótica da reciclagem, a nos últimos cinco anos enquanto o volume de vendas da empresa aumentou em 14,6% a Companhia pretende alinhar, até 2010, todo o seu sistema global para que devolva ao meio ambiente toda a água que usa em seus processos de fabricação, num nível que suporte a vida marinha e a agricultura. E, para reabastecer, a Coca-Cola aumentará seu apoio a bacias hidrográficas saudáveis e comunidades sustentáveis para compensar a água usada em seus produtos finais.

 
Expansão da Carbocloro contempla o ambiente

A Carbocloro acaba de anunciar que sua capacidade anual de produção de cloro para tratamento de água passará das atuais 253 mil toneladas para 360 mil toneladas, até maio de 2008. Serão investidos mais de R$ 250 milhões, sendo 30% provenientes de recursos próprios e 70% financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. A empresa prevê, com a ampliação, agregar aos seus sistemas tecnologias de ponta, capazes de gerar maior eficiência energética e menor impacto ambiental.

Desde a sua instalação, em 1964, até a conclusão desta expansão, a produção de cloro terá crescido 22 vezes. Contudo, para garantir o desenvolvimento com impacto ambiental reduzido, a empresa investiu em modernização 103 vezes no mesmo período, o que inclui melhoria e aperfeiçoamento de processos, tecnologias, segurança e desenvolvimento de projetos de responsabilidade social.

A área industrial da Carbocloro ocupa hoje 101.062 m² enquanto a área verde totaliza 650.000 m². O aumento da produção da Carbocloro terá impacto positivo para a economia brasileira ao permitir a redução de importações.

Neste sentido a empresa dispõe de um outro projeto que visa a implantação de uma hidrovia no rio Cubatão, com o intuito de ligar a fábrica ao Porto de Santos, por onde será transportado, por meio de barcaças, o sal utilizado no processo de fabricação dos insumos. A Carbocloro recebe, atualmente, 440 mil toneladas de sal grosso por ano e, no final da expansão, consumirá em torno de 610 mil toneladas. Com a implementação da hidrovia, as barcaças atravessarão o estuário e o rio por um percurso de 11 quilômetros. A hidrovia é a estrada mais ecológica para o desenvolvimento sustentável da região, pois reduzirá em 50 mil o número de viagens anuais de caminhões pelas estradas da região. A substituição do transporte contribuirá para a redução da poluição na Baixada Santista e para a melhoria do trânsito local.

 
Fabricador de água de potável

AirDew é o novo fabricador de água da Difiltro. Semelhante a um bebedouro, que tira a água do ar e a transforma em potável, o equipamento, próprio para escritórios e residências, faz parte da linha de produtos da nova fábrica de elementos filtrantes que a empresa está construindo em Guarapari, próximo a Vitória, no Espírito Santo.

Com tecnologia chinesa, aprovada pelos órgãos competentes no Brasil, EUA e Canadá, a Difiltro detém a patente do AirDew para fabricação e comercialização no Brasil. A expectativa da empresa é vender, inicialmente, cerca de 300 unidades mês do bebedouro que oferece água fresca, quente ou fria, sem química ou odor.

Com capacidade para armazenar 20 litros de água, o sistema de fabricação de água potável a partir da atmosfera do AirDew combina tecnologias avançadas de várias áreas para absorver umidade do ar e depois purificá-la por meio de blocos de carbono e lâmpadas ultravioleta. O AirDew consiste num filtro de dupla camada que remove contaminantes do ar no primeiro estágio, através de bobinas frias que capturam a umidade onde existem mais de três quatrilhões de litros de água disponíveis. Em seguida, a temperatura é elevada para liberar a umidade capturada nas bobinas. As baterias de alta performance eliminam bactérias e vírus. Ecologicamente correto, o AirDew, que deve começar a ser comercializado em 2008, será uma das linhas de produção da nova fábrica da Difiltro. Com investimentos próprios, da ordem de R$ 2 milhões, a empresa, há 13 anos de mercado, está construindo a primeira fábrica de elementos filtrantes industriais do Espírito Santo.

A Difiltro tem registrado uma média de crescimento de 15% ao ano com a fabricação de 18 mil itens. Atende todo o mercado nacional, com representantes em todos os estados brasileiros. Entre seus clientes estão gigantes como: Petrobras, Ambev, Belgo Mineira, CVRD, CST, Black & Decker, Grupo Gerdau e Souza Cruz.

 
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