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| Alpina desenvolve produto que incentiva a sustentabilidade |
A Alpina desenvolveu um sistema de tratamento de efluentes biodegradáveis que propicia o reúso de água e pode ser usado em várias aplicações em indústrias, residências, condomínios, empresas, canteiros de obras e outros. Trata-se do DBR (Sistema de Tratamento Biológico Aeróbio por Discos Biológicos Rotativos) Alpina, equipamento para sanar as deficiências de locais sem sistema público de tratamento de esgotos.
Os discos biológicos rotativos existentes no interior dos equipamentos funcionam como suporte para o crescimento natural, espontâneo e controlado de microorganismos responsáveis pelo tratamento de esgoto. O equipamento funciona sem a necessidade de ajustes ou regulagens após a sua instalação. “Ao contrário de outros sistemas, os DBRs não têm necessidade da adição de produtos para seu funcionamento”, comenta o coordenador de saneamento João Carlos Rosa. Além de tratar o efluente, o DBR permite o reúso da água seja em descargas de vasos sanitários, irrigação, lavagem de máquinas e equipamentos, entre outros.
Entre as opções oferecidas pela Alpina estão DBR Compac, DBR Maxi, DBR Aerox, DBR Mobil e Família DBR 100 a 3000. O DBR Compac é utilizado para locais que já possuem fossa séptica, mas que necessitam baixar o consumo de água por reúso de efluentes e ainda diminuir o número de chamadas de caminhões limpa-fossa. Projetado para atender de cinco a 15 pessoas, o DBR Compac é produzido com materiais incorrosíveis, com operação inaudível e inodora.
Já para os locais onde a execução de escavações é tecnicamente inviável ou que apresentem custo alto, como praias e regiões com formações rochosas, o mais indicado é o DBR Maxi, que também permite o tratamento de efluentes de até 15 pessoas. O efluente gerado nesse equipamento está totalmente de acordo com as exigências legais e o lodo pode ser desidratado dentro da própria unidade, podendo, depois de seco, ser descartado junto com o lixo domiciliar, dispensando chamadas de caminhão limpa-fossa.
O DBR Aerox foi desenvolvido para tratar águas cinzas com qualidade final de reúso , tendo como diferencial a possibilidade de instalá-lo em subsolos. E o DBR Mobil é um sistema de banheiros ecológicos para locais sem infra-estrutura, como eventos ou canteiros de obras. O esgoto é tratado localmente e reutilizado nas descargas das bacias sanitárias. Foi projetado priorizando o conforto, a higiene e a segurança do usuário.
Por fim, a Família DBR 100 a 3000 compreende equipamentos modulares instalados em reatores de fibra de vidro ou concreto, com capacidade para atender até municípios inteiros. Atende a legislação vigente ou possibilita o reúso. |
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| Indústria química reduz consumo de água |
Em 2007, as captação de água pelas indústrias químicas associadas à Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) foi reduzida em 25% nos últimos sete anos, representando economia aproximada de R$ 1,56 por tonelada de produto fabricado. O volume de água captada passou de 5,14m3 por tonelada de produto em 2006 para 4,89m3 por tonelada de produto em 2007. A queda no consumo de água é atribuída às melhorias nos processos produtivos e ao aumento no número de empresas que passaram a adotar sistemas de efluentes em circuito fechado, o que elevou o seu reciclo para uma média de 31,5%.
A redução no volume de efluentes lançados, de 2001 a 2007, foi de 55%, o que resultou em uma economia de R$ 3,45 por tonelada de produto fabricado. Em 2007, foi lançado 1,89m3 de efluentes por tonelada de produto, ante 2,74m3 por tonelada de produto em 2006. Já as emissões de dióxido de carbono chegaram a 350 quilos por tonelada de produto fabricado, 6,7% menos do que em 2006. De 2001 a 2007, as emissões de dióxido de carbono diminuíram 15,7%, como resultado, principalmente, da redução da queima de combustíveis fósseis pelas empresas.
O levantamento realizado pela Abiquim, com base em informações enviadas por 122 empresas, mostra ainda que o número de acidentes ocupacionais por empresa continuou em queda em 2007, com redução de 2,7% em relação a 2006, passando de 18,4 para 17,9. Na comparação com 2001, quando o número de acidentes ocupacionais foi de 27,1, a redução chegou a 34%. Houve desempenho positivo também no relacionamento com a comunidade. Foram realizados 942 eventos e desenvolvidos 563 programas ambientais com a comunidade do entorno das fábricas em 2007. Já o número de acidentes envolvendo o transporte de produtos químicos manteve-se estável nos últimos sete anos, apesar do aumento de 40% no volume de carga transportada entre 2001 e 2007 e, conseqüentemente, no número de viagens realizadas. Em 2007, foram reportados 2,26 acidentes por 10 mil viagens. O número total de acidentes em 2006 foi de 1,96.
Os dados foram divulgados durante o 12º Congresso de Atuação Responsável, no qual o Sindicato das Indústrias de Produtos Químicos para Fins Industriais e da Petroquímica no Estado de São Paulo (Sinproquim) e a Abiquim assinaram convênio para incentivar empresas químicas de pequeno porte a aplicar uma versão simplificada do Programa Atuação Responsável. “O novo programa, denominado Preparar, terá baixo custo de aplicação e fornecerá apoio para a implantação de sistemas de aperfeiçoamento da gestão nas áreas de qualidade, saúde, segurança e meio ambiente”, salienta Antonio Rollo, coordenador da comissão executiva do Atuação Responsável. |
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| Produquímica lança Aguapol |
O Grupo Produquímica apresentou ao mercado brasileiro a nova linha de produtos Aguapol, composta por polímeros de alta eficiência e grande versatilidade para tratamento de águas industriais, saneamento básico e redes de esgoto (ETAs e ETEs). Formulada com poliacrilamidas como princípio ativo, a linha Aguapol será comercializada em embalagens de 1.000kg e 50kg para as formas líquidas e emulsão e na embalagem de 25kg para a forma em pó.
Segundo Mário Antônio Ferreira, consultor técnico comercial da área de químicos da Produquímica, a linha Aguapol pode ser aplicada de diferentes formas no processo de tratamento de águas, especialmente na separação de sólidos em meios líquidos, decantação de sólidos dispersos em águas, desidratação de lodos e em processos de floculação e flotação. “A linha Aguapol proporciona formação de flocos grandes e densos, que favorecem a decantação rápida e completa dos poluentes, com significativo aumento de produtividade nos processos de floculação, flotação e decantação de sólidos dispersos em água. Pode ser utilizada ainda em sistemas com ampla faixa de pH, águas potáveis, efluentes industriais ou ainda ETAs e ETEs municipais e industriais, processos industriais e deságüe de lodo”, afirma Ferreira. |
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| Método da Unesp destrói corantes descartados na água |
Pesquisadores do Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista (Unesp) criaram novo método para a degradação de corantes químicos despejados na natureza por indústrias têxteis. De acordo com a coordenadora do projeto de pesquisa, a professora Maria Valnice Zanoni, o trabalho foi impulsionado pelo objetivo de evitar danos à flora e à fauna dos ecossistemas aquáticos, além de minimizar o risco à saúde causado pela água descartada na natureza após processos industriais com aplicação de corantes em tecidos e fibras. A pesquisa teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).
Trata-se de um método fotoeletroquímico, capaz de destruir os corantes em efluentes, evitando a contaminação de reservatórios e estações de tratamento de água. O estudo foi baseado em descobertas recentes feitas em parceria com pesquisadores dos campi da capital e de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, sobre propriedades toxicológicas e mutagênicas de alguns corantes utilizados pela indústria têxtil nacional. “Consiste basicamente no acoplamento de técnicas eletroquímicas e fotoquímicas que promovem a degradação completa dos corantes, transformando-os em dióxido de carbono e água. A próxima fase do estudo será a criação de um protótipo industrial do método para aplicação em larga escala”, informa Maria Valnice.
A pesquisadora diz que além de remover e destruir os corantes nas águas de efluentes e estações de tratamento o método consegue identificar essas substâncias até mesmo na água própria para consumo. “Isso porque, mesmo em baixas concentrações, há o risco de essas águas terem derivados com propriedades nocivas”, explica, ressaltando que há um gargalo na área, embora as preocupações sobre a toxicidade dos corantes têxteis sejam extremamente relevantes para a saúde humana e para o ambiente. “Mesmo com a escassez de literatura e com poucas pesquisas concluídas sobre o assunto, nos últimos anos a comunidade científica mundial tem se mobilizado para o desenvolvimento desses métodos para a completa degradação dos corantes na natureza. Os efluentes contaminados por corantes, aditivos químicos e seus derivados são um problema social, econômico e de saúde pública”, afirma. |
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| Carbocloro doa sala de leitura à UME |
A Carbocloro S. A. Indústrias Químicas entregou, dia 8 de julho, uma sala de leitura à UME, de Cubatão. Denominada “Era uma vez...”, essa é a segunda sala que será instalada na cidade, já que no ano passado, a empresa doou ao Hospital Luiz Camargo da Fonseca e Silva uma sala semelhante, que está à disposição das crianças internadas na ala pediátrica. “Não tínhamos o espaço necessário para a construção de uma biblioteca. A Carbocloro edificou a sala de leitura e a mobiliou inteiramente. Com certeza, essa será uma ferramenta importante para a alfabetização dos nossos alunos”, afirma Peter Maahs da Silva, diretor da UME.
Com a doação, a escola poderá oferecer aos seus 280 alunos, de 4 e 6 anos, uma biblioteca com mais de 400 títulos infantis e materiais lúdicos como fantoches e marionetes. A sala está equipada com TV, aparelho de DVD, materiais áudio-visuais como CDs e DVDs infantis, além de todo o mobiliário. O projeto contempla, também, o treinamento da equipe que dá apoio às crianças. A próxima sala de leitura, montada em parceria com o Rotary, será doada à Santa Casa de Santos, com previsão de entrega ainda neste mês de julho. “Além de fabricar produtos de utilidade pública com segurança e preservando o ambiente, a Carbocloro tem consciência de seu papel na sociedade e desenvolve uma série de programas e ações que buscam o desenvolvimento de sua comunidade”, destaca o presidente da Carbocloro, Mario Cilento. |
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| Acqua Manager Holding facilita gestão de concessionárias |
Com o objetivo de auxiliar as holdings na gestão de seus negócios, a Acqua Manager desenvolveu o Acqua Manager Holding, solução estratégica para os grupos que controlam mais de uma concessão. Essa solução é composta por ferramentas gerenciais que permitem geração e extração de dados e informações para a realização de análises comparativas e medição de performance, permitindo a avaliação do desempenho de todas as concessões do grupo. Dentre as ferramentas estão o BI (Business Intelligence), sistema que realiza pivoteamento de dados, gerando informações em diferentes visões de negócios; o SAG (Sistema de Apoio Gerencial), que permite a obtenção de relatórios e gráficos dos processos das áreas comercial e operacional; o Datawarehouse (Armazém de Dados), que permite simular situações e criar mapas gerenciais evolutivos, e o BSC (Balance Scorecard), para medição de indicadores de performance e desempenho.
Todos esses sistemas ampliarão as possibilidades gerenciais do grupo, por meio de informações que facilitam a tomada de decisão, como planejamento e controle, padronização, integração, informações gerenciais e resultado de desempenho.
Em planejamento e controle o grupo poderá estruturar objetivos e ações desejadas, realizando o acompanhamento dos resultados para medir a performance e implementar os ajustes necessários; em padronização, há possibilidade de gestão padronizada com processos adaptados a todas as concessões; em integração, são possíveis operações integradas a partir do modelo de gestão; em informações gerenciais, permite a geração e extração de relatórios com dados analíticos dos processos e operações, que facilitam a análise gerencial e tomada de decisões; e em resultado e desempenho é feita análise crítica do desempenho de cada concessão, permitindo comparação entre os resultados alcançados, e avaliação dos índices pré-definidos. |
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| Katecna lança Geofone KGL307 |
A Katecna desenvolveu e fabrica equipamento que permite a detecção de vazamentos não visíveis em instalações hidráulicas residenciais, prediais e comerciais. Trata-se do Geofone Eletrônico Katecna KGL307, um equipamento de alta sensibilidade em escuta, 100% nacional, com fabricação exclusiva na América Latina, de fácil manuseio, resistente e com ótimo custo/benefício.
O Geofone KGL307 foi projetado para captar ruídos provenientes de encanamentos não aparentes com vazamentos invisíveis ou golpes gerados pela Válvula Geradora de Ondas Katecna, dentro de uma faixa de freqüência de 20Hz a 3.000Hz, suprindo os operadores no combate rápido, preciso e eficaz dos desperdícios ocasionados não somente pelos vazamentos em residências, condomínios, indústrias e companhias de saneamento, mas também pelos problemas relacionados às quebras de pisos e paredes, dentre outros. O Geofone Eletrônico Katecna KGL307 é composto por uma unidade de controle, uma bateria 9v 250mah recarregável, um sensor tripé eletrônico em alumínio, um carregador de bateria, entrada de 110/220v e saída de 8,4v, 0,27mah, um fone de ouvido Sennheiser – modelo hd202, e uma maleta em fibra de vidro super-resistente, com espuma protetora de alta densidade ou uma bolsa em náilon, para transporte. |
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| Caldeiras Single Drum têm maior eficiência energética |
A Dedini S/A Indústrias de Base desenvolveu uma linha de caldeiras para co-geração de energia elétrica de alta pressão em função das necessidades do mercado, que pedia equipamentos com especificações de alta capacidade de produção de vapor e de maiores pressões de operação. Assim surgiram as caldeiras AT Single Drum, projetadas com um único tubulão de vapor com eficiência energética maior que as convencionais, proporcionando maior geração de energia elétrica com a mesma quantidade de biomassa queimada.
O projeto das caldeiras AT Single Drum é adequado a grandes capacidades de produção de vapor, em função de seu sistema de queima em suspensão, que permite correto dimensionamento da fornalha e da grelha, proporcionando liberações térmicas dentro de parâmetros exigentes. Além disso, o fato de possuir apenas um tubulão confere a ela a possibilidade de operação em altas pressões (por exemplo, 100 kgf/cm²), graças à alta eficiência de ligamento do tubulão, que tem espessuras menores que as caldeiras de dois tubulões. Destaca-se também a grande área radiante dessas caldeiras, possibilitando a migração de superfícies de convecção para radiação, uma característica exigida pelo projeto de caldeiras de altas pressões.
Esse desenvolvimento tecnológico, em conjunção com as necessidades do mercado, permitiu à Dedini, através de sua linha AT Single Drum, o fornecimento de nove caldeiras com capacidades de produção de vapor entre 225 e 275 t/h, com pressões até 100 kgf/cm², de alta eficiência energética.
As usinas vendem para as concessionárias a energia elétrica gerada a partir da queima do bagaço, contribuindo para que a cana-de-açúcar seja a segunda fonte nacional desse tipo de energia. Destaque-se também que segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética, órgão do Ministério das Minas e Energia, os produtos de cana-de-açúcar (bagaço e etanol) ampliaram a participação como fontes de energia de 14,5% em 2006 para 16% no ano passado. |
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| Sumário |
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